sexta-feira, 20 de maio de 2011

RECADO

Desconheço, conheço , Desconheço SIM O CONHEÇO!

Caro inimigo que desconheço
Você mesmo que me invade,
Que me olhas, que me rodeia,
Que me agora,
Hoje pela noite,
Um aviso prévio pelo sortuno sonho
Que Deus me envia ...

Em demasia, aranhas tecendo, tramando, tecendo!
Tramador de tramelas, Caro ou não, barato ou não,
Não cometi nenhum infortuno contra esse tal,
Que ja começa errado vingando-se do mal
que não cometi
, esse mal que sabes que não havera reação,
Não tente vingar-se do que meu pai tirá de seus mirabolantes planos
Já sinto pena, pena por ele ser um coitado,
Penoso inimigo!
Deixo em claro desconhecido, que lhe conheço!
Que meu escudo é DEUS
, e não há nada, NADA de melhor!
A verdade que aprendi seguir com o PAI,
deveria tu que se mostra tão penoso aprender também,
Assim talvez deixasses de manipular para ter do seu lado alguém pra amar,
Sinta que só de pensar em me derrubar meu pai ja me avisou penoso,
Sinta que não poderas contra minha força ,

Nem sabe tu quem verdadeiramente és,
Viés por viés eu tenho fé pra sobrevoar,
E você carniça pra almas famintas, a de se tornar!
Ainda há tempo conhecido inimigo,
Vá atraz da luz, ai então não terá que mendingar amor,
Escapará de toda dor!
Vá penoso... Vá...

segunda-feira, 28 de março de 2011

Caos

A verdade é que eu não busco compreensão alguma,
fico angustiado pela falta de auto compreensão dos outros,
apesar que digam que eu sei me expressar, sou meio cético
em relação a isso.
Ás vezes eu mesmo procuro sentido no que eu digo
e muitas vezes nem eu mesmo consigo encontrar
algum resultado.
Acho que, as pessoas dizem isso por que, talvez eu soe oculto,
complexo, mas provavelmente seja unicamente por isso.
Exaltar e destruir aquilo que não se compreende e causa
estranheza parece automático, e isso me desespera.
São apenas bônus, mas honestamente isso não me importa
quando percebo que gera reflexão pra uma entre cem pessoas.
Provocar com embasamento e um determinado objetivo
sem ameaças sem invasão acho necessário, falso heroísmo,
falsa paz, falsa concordância são coisas que abomino e faço
questão de me opor sem me importar em assumir a figura da
contradição ou da loucura.
Me importo tanto com a coerência que julgo pertinente a
incoerência, pois partindo da presença desta podemos
arrumar tanta bagunça, o caos necessário e o desnecessário.
É vivendo das loucuras que me impeço de enlouquecer de vez
é brincando com a dúvida que acabo chegando algumas conclusões,
conclusões que sempre estarão por um fio.
E é bom saber que nessa viagem eu tenho acompanhantes,
que vejo curiosos que se identificam, que geram suas próprias conclusões,
não luto contra o apego ou o desdém de ninguém, sou contra
unicamente apenas a inércia e a falta de identidade, que em abundância
existe nessa sociedade robótica.
Prefiro ser um equívoco, um louco, um rebelde, adjetivos esses usados
de forma pejorativa que não me incomodam tanto quanto
ser um ser automático, ser mais um pra mim é um insulto.